Sem tomar partido

Um conflito de família, uma guarda, uma sucessão, um divórcio decretado: ficas ao lado dele. Não arrumas a história.

O que ajuda

Escolher um lado, mesmo em silêncio, vê-se. Repetir ao outro o que ele te disse, também. Acolhes o que ele diz sem julgar a outra parte, e sem estratégia — nem « corta relações », nem « perdoa ».

Ele não tem de te convencer. Uma mensagem curta chega. Nos dias a seguir, não perguntas quem ganhou. Não fazes do conflito cada troca.

Mais tarde, não acompanhas o caso para « saber em que ponto está ». A data que volta não é o aniversário do conflito. É um sinal sobre ele.

Exemplo concreto

« Estou cá para ti. Não sentencio. »

A reter

Experimentar da próxima vez

Responde sem opinião sobre o outro, e sem plano para a relação.

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